{"id":49077,"date":"2022-11-23T00:00:00","date_gmt":"2022-11-22T23:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jotelulu.com\/blog\/o-que-e-o-ntfs-e-quais-sao-as-suas-caracteristicas-principais\/"},"modified":"2022-11-23T00:00:00","modified_gmt":"2022-11-22T23:00:00","slug":"ntfs-que-e-caracteristicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jotelulu.com\/pt-pt\/blog\/ntfs-que-e-caracteristicas\/","title":{"rendered":"O\u00a0que \u00e9 o NTFS e quais s\u00e3o as suas caracter\u00edsticas principais?"},"content":{"rendered":"<p>Contamos-lhe&nbsp;<strong>o&nbsp;que &eacute; o NTFS e quais s&atilde;o as suas caracter&iacute;sticas principais<\/strong>, bem como a sua evolu&ccedil;&atilde;o ao longo dos anos, para entender melhor os motivos pelos quais este sistema de ficheiros teve (e tem) uma vida t&atilde;o longa e &eacute; ainda o <em>file system<\/em> principal da Microsoft.<\/p>\n<p>O sistema de ficheiros NTFS tem sido usado pelos <strong>sistemas operativos de servidores<\/strong> da Microsoft desde o seu surgimento no Windows NT 3.1, em julho de 1993, al&eacute;m de ser usado pelos sistemas de <em>desktop<\/em> mais recentes.<\/p>\n<p>O NTFS pode ser encontrado como o sistema de ficheiros principal nos seguintes sistemas atuais:<\/p>\n<ul>\n<li>Windows Server 2022.<\/li>\n<li>Windows Server 2019.<\/li>\n<li>Windows Server 2016.<\/li>\n<li>Windows 11.<\/li>\n<li>Windows 10.<\/li>\n<\/ul>\n<p>No entanto, devemos ter em mente que os sistemas de servidores da gigante de Redmond utilizam o NTFS desde o NT 3.1, portanto esta lista tamb&eacute;m incluiria outros sistemas descontinuados, como Windows Server 2012, Windows Server 2008 e as suas respetivas vers&otilde;es R2, entre outros.<\/p>\n<p>Ent&atilde;o como &eacute; poss&iacute;vel que, sendo um sistema de ficheiros de 1993, ainda seja t&atilde;o amplamente utilizado? Bem, a resposta &eacute; bastante extensa, mas tentaremos explic&aacute;-la de forma resumida.<\/p>\n<p>O primeiro que temos de dizer &eacute; que a vers&atilde;o originalmente publicada tem pouco a ver com a atual, pois <strong>evoluiu notavelmente<\/strong> ao longo dos anos.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, este sistema de ficheiros oferece uma s&eacute;rie de <strong>funcionalidades que o tornam altamente eficiente e seguro<\/strong>, e esse &eacute; justamente o segredo da sua longevidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Caracter&iacute;sticas do NTFS:<\/strong><\/h2>\n<p>A seguir, e para entender melhor por que &eacute; que o NTFS &eacute; um sistema de ficheiros t&atilde;o popular, vamos rever brevemente <strong>alguns dos recursos mais relevantes<\/strong>, abordando o m&aacute;ximo de informa&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel.<\/p>\n<p>Entre as funcionalidades do NTFS encontram-se:<\/p>\n<ul>\n<li>Sistema de ficheiros&nbsp;<strong>transacional <\/strong>(Journaling).<\/li>\n<li><strong>Autorrecupera&ccedil;&atilde;o<\/strong>&nbsp;(Self-Healing).<\/li>\n<li>Maior <strong>fiabilidade<\/strong>.<\/li>\n<li>Maior <strong>seguran&ccedil;a<\/strong> dos dados.<\/li>\n<li>Sistema de <strong>cotas<\/strong> de disco.<\/li>\n<li>Nomes e <strong>caminhos&nbsp;longos<\/strong>.<\/li>\n<li>Compatibilidade com&nbsp;<strong>grandes volumes<\/strong>.<\/li>\n<li><strong>Indexa&ccedil;&atilde;o<\/strong>&nbsp;de dados.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>NTFS como sistema de ficheiros transacional: <\/strong><\/h3>\n<p>Uma das principais vantagens do NTFS &eacute; que constitui um <strong>sistema de ficheiros transacionais<\/strong>, o que significa que inclui uma s&eacute;rie de <strong>medidas destinadas a preservar a integridade<\/strong> dos dados e solucionar poss&iacute;veis erros que ocorrem durante a movimenta&ccedil;&atilde;o dos mesmos.<\/p>\n<p>O NTFS, como sistema transacional, fornece <strong>suporte do tipo ACID<\/strong> (Atomicity, Consistency, Isolation, Durability) ou seja, Atomicidade, Consist&ecirc;ncia, Isolamento e Durabilidade nas transa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>O modelo ACID permite que o <strong>sistema agrupe conjuntos de opera&ccedil;&otilde;es de ficheiros e registo<\/strong> para que se realizem todas as opera&ccedil;&otilde;es ou nenhuma. Desta forma, enquanto a transa&ccedil;&atilde;o est&aacute; a ocorrer, as mudan&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o vis&iacute;veis para os <em>players<\/em> que est&atilde;o fora da opera&ccedil;&atilde;o. Assim, caso ocorra um erro, as opera&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o revertidas at&eacute; ao in&iacute;cio da transa&ccedil;&atilde;o, recuperando o estado inicial.<\/p>\n<p>Estas opera&ccedil;&otilde;es transacionais tamb&eacute;m <strong>podem ser combinadas com outros sistemas<\/strong>, como MSMQ (Message Queue Server), Microsoft SQL Server ou at&eacute; mesmo com scripts de linha de comando.<\/p>\n<p><strong>NOTA:<\/strong> <em>O conceito de ACID pode ser familiar para os leitores, especialmente quando se trata de design de bases de dados. Relembramos que &eacute; um termo cunhado por Andreas Reuter e Theo H&auml;rder e que se refere &agrave;s propriedades necess&aacute;rias para estabelecer transa&ccedil;&otilde;es fi&aacute;veis na d&eacute;cada de 1980.<\/em><\/p>\n<p>O objetivo final das transa&ccedil;&otilde;es do tipo ACID &eacute; <strong>garantir que as opera&ccedil;&otilde;es de ficheiros sejam conclu&iacute;das sem interrup&ccedil;&otilde;es<\/strong> de qualquer tipo e sem erros que possam tornar os dados inst&aacute;veis.<\/p>\n<p>Quando falamos de volumes NTFS, devemos pensar que estes <strong>s&atilde;o geridos de forma aut&oacute;noma<\/strong> e se coordenam com o KTM (Kernel Transaction Manager) quando ocorrem transa&ccedil;&otilde;es entre diferentes volumes.<\/p>\n<p>Isso seria combinado com o facto de que o NTFS, como sistema transacional, <strong>possui um registo pr&oacute;prio para cada volume<\/strong>, que usa para permitir recupera&ccedil;&atilde;o e cancelamento, se necess&aacute;rio, permitindo assim que essas transa&ccedil;&otilde;es sejam rastreadas para reconstru&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O exposto acima constitui o que se <strong>costuma chamar &laquo;journaling&raquo;<\/strong> (registo di&aacute;rio).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Autorrecupera&ccedil;&atilde;o de sistemas NTFS (Self-Healing)<\/strong><\/h3>\n<p>As vers&otilde;es atuais do Windows Server permitem implementar <strong>NTFS que se corrigem automaticamente<\/strong>. Isto permite que o sistema reduza processos de repara&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com processos anteriores, em que a ferramenta &laquo;chkdsk&raquo; (Check Disk) era usada para realizar tarefas de manuten&ccedil;&atilde;o. Esta ferramenta afetava tremendamente a disponibilidade do servi&ccedil;o, pois enquanto estava em execu&ccedil;&atilde;o, o desempenho era severamente penalizado.<\/p>\n<p>O novo modelo, baseado numa <strong>melhoria substancial do kernel e das suas intera&ccedil;&otilde;es com os gestores do sistema de ficheiros<\/strong>, permite que a manuten&ccedil;&atilde;o da totalidade do sistema de ficheiros seja mais eficiente e igualmente fi&aacute;vel, na verdade aumentando este segundo ponto, uma vez que &eacute; o pr&oacute;prio sistema que, por defeito, lan&ccedil;a as verifica&ccedil;&otilde;es e corrige os erros &agrave; medida que os deteta.<\/p>\n<p>Esta revis&atilde;o autom&aacute;tica visa, entre outras coisas, <strong>minimizar situa&ccedil;&otilde;es catastr&oacute;ficas<\/strong> que ocorreriam devido a erros no sistema, que acabariam por afetar o sistema de ficheiros.<\/p>\n<p>Outro ponto que facilita este novo modelo de gest&atilde;o &eacute; a <strong>melhor rastreabilidade do estado dos discos<\/strong>, atrav&eacute;s dos relat&oacute;rios gerados pelas revis&otilde;es realizadas.<\/p>\n<p>Isto tamb&eacute;m significa que administradores e t&eacute;cnicos poder&atilde;o utilizar todos estes relat&oacute;rios para realizar processos de verifica&ccedil;&atilde;o, monitoriza&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; auditorias muito mais completas e que agreguem maior valor &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es extra&iacute;das.<\/p>\n<p>Apesar de tudo o que foi dito acima, podem surgir situa&ccedil;&otilde;es em que seja necess&aacute;ria <strong>uma recupera&ccedil;&atilde;o manual com o sistema <em>offline<\/em><\/strong>, mas esses eventos s&atilde;o muito mais improv&aacute;veis devido &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o proativa realizada pelo sistema.<\/p>\n<p>Uma situa&ccedil;&atilde;o em que poder&aacute; ser necess&aacute;rio fazer uma opera&ccedil;&atilde;o <em>offline<\/em>&nbsp;&eacute;, por exemplo, quando existe uma corrup&ccedil;&atilde;o e o sistema n&atilde;o consegue identificar o sistema de ficheiros como NTFS, ainda que o arranque seja leg&iacute;vel.<\/p>\n<p>Um pouco mais &agrave; frente vamos falar sobre op&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o de NTFS e &laquo;chkdsk&raquo;, entre outras ferramentas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Maior fiabilidade: <\/strong><\/h3>\n<p>Este ponto est&aacute; intimamente ligado ao anterior. Nos sistemas de ficheiros tradicionais, um dos problemas recorrentes era que, quando o sistema era reiniciado ou se desligava de forma n&atilde;o planeada, muitas vezes, o sistema reiniciava-se num estado inst&aacute;vel. Isto devia-se em grande parte ao facto de os sistemas de ficheiros n&atilde;o terem conclu&iacute;do algumas transa&ccedil;&otilde;es e estas n&atilde;o eram recuper&aacute;veis.<\/p>\n<p><strong>O NTFS usa registo di&aacute;rio (<em>journaling<\/em>) para gerar um rastreamento e um ponto de recupera&ccedil;&atilde;o seguro<\/strong> para o qual regressar em caso de falha. Se for poss&iacute;vel, terminar&aacute; a transa&ccedil;&atilde;o; caso contr&aacute;rio, prosseguir&aacute; para o &uacute;ltimo ponto de recupera&ccedil;&atilde;o seguro que encontrar.<\/p>\n<p>Isto pode ser causado&nbsp;por erros na atribui&ccedil;&atilde;o de <em>clusters<\/em>, por encerramentos abruptos do sistema ou por qualquer outro erro produzido pela mec&acirc;nica do suporte no qual o sistema de ficheiros est&aacute; alojado.<\/p>\n<p>Caso este erro ocorra devido a uma <strong>falha mec&acirc;nica<\/strong>, o sistema tentar&aacute; <strong>resolv&ecirc;-lo de forma aut&oacute;noma<\/strong> atrav&eacute;s da <strong>reatribui&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica<\/strong>, sem solicitar a interven&ccedil;&atilde;o do administrador.<\/p>\n<p>Nos casos mais extremos, o NTFS pode tentar <strong>recuperar ficheiros<\/strong> ao reproduzir a cadeia de transa&ccedil;&otilde;es em que ocorreu a falha, sendo um procedimento com uma alta taxa de recupera&ccedil;&atilde;o, mas que nem sempre garante a recupera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Maior seguran&ccedil;a dos dados:<\/strong><\/h3>\n<p>Outro dos pontos fortes do sistema de ficheiros NTFS &eacute; a <strong>grande seguran&ccedil;a dos dados<\/strong>, pois permite a implementa&ccedil;&atilde;o de diferentes m&eacute;todos de controlo de acesso, entre os quais se destacam:<\/p>\n<ul>\n<li>As&nbsp;<strong>listas de controlo de acesso<\/strong>.<\/li>\n<li>Criptografia de unidade com <strong>BitLocker<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>As <strong>listas de controlo de acesso<\/strong> (ACL &ndash; Access Control List) permitem <strong>estabelecer permiss&otilde;es<\/strong> sobre ficheiros e pastas, especificando que utilizadores ou grupos podem aceder aos dados e at&eacute; que ponto podem aceder.<\/p>\n<p>Com as ACLs, podemos <strong>permitir ou restringir explicitamente<\/strong> o acesso com alto n&iacute;vel de granularidade. Podemos permitir, por exemplo, que o conte&uacute;do de uma pasta seja vis&iacute;vel, mas n&atilde;o seja poss&iacute;vel abrir os ficheiros, ou que se possa abrir os ficheiros mas n&atilde;o edit&aacute;-los.<\/p>\n<p>O sistema de listas de controlo de acesso, geralmente, &eacute; baseado num conceito em que <strong>tudo &eacute; negado &agrave; partida e as permiss&otilde;es s&atilde;o gradualmente &laquo;desbloqueadas&raquo;<\/strong> para os utilizadores que precisam de aceder aos recursos.<\/p>\n<p>Por outro lado, <strong>a criptografia de unidade com BitLocker<\/strong> fornece um n&iacute;vel adicional de seguran&ccedil;a que permite <strong>isolar as informa&ccedil;&otilde;es<\/strong> mais cr&iacute;ticas em volumes de dados NTFS criptografados, evitando que os dados estejam dispon&iacute;veis caso um disco seja removido e conectado a outro sistema.<\/p>\n<p>Embora n&atilde;o entremos em detalhes, j&aacute; que este artigo &eacute; mais informativo do que t&eacute;cnico, queremos dizer que o BitLocker oferece suporte &agrave; criptografia de dispositivos em computadores baseados em x86 e x64 e no TPM (Trusted Platform Module) compat&iacute;vel com o modo de espera conectado.<\/p>\n<p>O ponto mais interessante do <strong>BitLocker &eacute; a simplicidade<\/strong> de uso na &oacute;tica do utilizador, j&aacute; que basta conhecer uma palavra-passe ou ter um m&eacute;todo de autoriza&ccedil;&atilde;o de acesso aos dados, sendo uma mec&acirc;nica muito transparente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Sistema de cotas de disco no NTFS: <\/strong><\/h3>\n<p>O <strong>sistema de cotas de disco<\/strong> em volumes NTFS &eacute; outro dos grandes avan&ccedil;os dos sistemas de arquivos, pois atrav&eacute;s de uma ferramenta realmente simples de implementar, configurar e manter, permite atribuir cotas de disco ou por&ccedil;&otilde;es por utilizador.<\/p>\n<p>Estas cotas permitem <strong>limitar o volume que cada utilizador e grupo pode utilizar<\/strong>, com alertas para utilizadores que queiram ocupar mais espa&ccedil;o do que o autorizado ou com bloqueio direto da escrita quando se atinge esse limite.<\/p>\n<p>As cotas podem ser <strong>aplicadas a volumes, pastas ou subpastas<\/strong>.<\/p>\n<p>O sistema de cotas permite executar as seguintes tarefas:<\/p>\n<ul>\n<li>Criar cotas para <strong>limitar o espa&ccedil;o alocado<\/strong> para um volume ou pasta.<\/li>\n<li>Gerar <strong>notifica&ccedil;&otilde;es<\/strong> quando o <em>soft limit<\/em> for atingido, que &eacute; um limite de <strong>aviso<\/strong>.<\/li>\n<li>Gerar notifica&ccedil;&otilde;es quando o <em>hard limit<\/em> for atingido, ou seja, quando o limite da referida cota for excedido e a escrita deixar de ser permitida.<\/li>\n<li>Gerar <strong>cotas autom&aacute;ticas<\/strong> aplic&aacute;veis a todas as pastas existentes num ambiente.<\/li>\n<li><strong>Definir modelos de cotas<\/strong> que podem ser aplicados com mais facilidade.<\/li>\n<li><strong>Limitar<\/strong> por utilizadores e grupos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><figure id=\"attachment_16379\" aria-describedby=\"caption-attachment-16379\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-16379 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jotelulu.com\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagen.-Ejemplo-de-aplicacion-basica-de-cuota-scaled.jpg?resize=800%2C452&amp;ssl=1\" alt=\"Imagem. Exemplo de defini&ccedil;&atilde;o de cota b&aacute;sica\" width=\"800\" height=\"452\"><figcaption id=\"caption-attachment-16379\" class=\"wp-caption-text\">Imagem. Exemplo de defini&ccedil;&atilde;o de cota b&aacute;sica<\/figcaption><\/figure>\n<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Nomes e caminhos longos:<\/strong><\/h3>\n<p>O sistema de arquivos NTFS permite <strong>nomes de ficheiros e caminhos muito mais longos<\/strong> do que os sistemas de arquivos anteriores.<\/p>\n<p>A este respeito, vale a pena notar a compatibilidade para caminhos de comprimento estendido que <strong>permite caminhos<\/strong> de comprimento estendido de at&eacute; <strong>32767 caracteres<\/strong>.<\/p>\n<p>Este limite est&aacute; a anos-luz do limite de caminho de 260 caracteres definido pela configura&ccedil;&atilde;o &ldquo;MAX_PATH&rdquo;.<\/p>\n<p>Neste sentido, esta expans&atilde;o <strong>estende-se tamb&eacute;m<\/strong> a modelos de armazenamento baseados em NTFS como o <strong>CSV (Cluster Shared Volume)<\/strong> em que os v&aacute;rios n&oacute;s acedem aos mesmos dados em simult&acirc;neo, garantindo que em caso de falha de energia num n&oacute; o servi&ccedil;o n&atilde;o ser&aacute; perdido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Compatibilidade com grandes volumes:<\/strong><\/h3>\n<p>O sistema de ficheiros NTFS evoluiu ao longo dos anos e, claro, tamb&eacute;m evoluiu em termos de capacidade. Agora, <strong>o NTFS &eacute; capaz de trabalhar<\/strong> com volumes de at&eacute; <strong>8 Petabytes no Windows Server 2022<\/strong> e <strong>at&eacute; 256 TB no Windows 11<\/strong>.<\/p>\n<p>A forma como o disco &eacute; formatado durante a sua prepara&ccedil;&atilde;o afeta diretamente o tamanho suportado, sendo necess&aacute;rio escolher o <strong>tamanho de cluster adequado<\/strong> para discos maiores, embora haja sempre a op&ccedil;&atilde;o de escolher a sele&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica.<\/p>\n<p>Com base nisso, apresentamos a tabela a seguir, para que saiba que tamanhos deve escolher ao trabalhar com grandes volumes NTFS:<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"283\">Tamanho do cluster<\/td>\n<td width=\"283\">Maior volume e ficheiro<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">4 KB (tamanho predefinido)<\/td>\n<td width=\"283\">16 TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">8 KB<\/td>\n<td width=\"283\">32 TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">16 KB<\/td>\n<td width=\"283\">64 TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">32 KB<\/td>\n<td width=\"283\">128 TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">64&nbsp;KB (m&aacute;x. anterior)<\/td>\n<td width=\"283\">256&nbsp;TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">128&nbsp;KB<\/td>\n<td width=\"283\">512&nbsp;TB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">256 KB<\/td>\n<td width=\"283\">1 PB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">512&nbsp;KB<\/td>\n<td width=\"283\">2 PB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">1024 KB<\/td>\n<td width=\"283\">4&nbsp;PB<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">2048&nbsp;KB (tamanho m&aacute;x.)<\/td>\n<td width=\"283\">8&nbsp;PB<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Indexa&ccedil;&atilde;o de dados:<\/strong><\/h3>\n<p>O NTFS fornece indexa&ccedil;&atilde;o de ficheiros, ou seja, <strong>cria&ccedil;&atilde;o de tabelas de &iacute;ndices de conte&uacute;do<\/strong>. Este &eacute; um processo atrav&eacute;s do qual o sistema de ficheiros percorre todo o conte&uacute;do armazenado e cria um &iacute;ndice detalhado de tudo o que encontra, tanto ao n&iacute;vel do conte&uacute;do como dos metadados.<\/p>\n<p>Desta forma, uma vez criados os &iacute;ndices, <strong>as buscas ser&atilde;o muito mais r&aacute;pidas<\/strong>, o que agiliza o acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es de forma not&aacute;vel.<\/p>\n<p>O <strong>principal problema<\/strong> deste processo &eacute; que, <strong>quando a indexa&ccedil;&atilde;o &eacute; feita pela primeira vez<\/strong>, pode demorar horas. Isto depende do tamanho do disco, e tamb&eacute;m pode prejudicar severamente os acessos ao disco. Por esse motivo, &eacute; recomend&aacute;vel realizar os processos em hor&aacute;rios em que o sistema n&atilde;o seja utilizado, ou quando tenha menor carga de trabalho.<\/p>\n<p>O processo requer <strong>manuten&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica<\/strong>, que ocorrer&aacute; de vez em quando em segundo plano, e n&atilde;o prejudicar&aacute; o rendimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Trabalhar com NTFS:<\/strong><\/h2>\n<p>Existem diferentes <strong>tarefas de opera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o<\/strong> que podem ser executadas ao lidar com sistemas de ficheiros e, naturalmente, isso tamb&eacute;m &eacute; aplic&aacute;vel ao NTFS.<\/p>\n<p>A seguir, vamos rever brevemente as opera&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Manuten&ccedil;&atilde;o<\/strong>&nbsp;de NTFS.<\/li>\n<li><strong>Gest&atilde;o de permiss&otilde;es<\/strong>&nbsp;NTFS<em> (apenas algumas notas)<\/em>.<\/li>\n<li>Prote&ccedil;&atilde;o de dados com<strong>&nbsp;BitLocker<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Manuten&ccedil;&atilde;o de NTFS: <\/strong><\/h3>\n<p>Quase todas as op&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o do NTFS s&atilde;o executadas de forma aut&oacute;noma, mas&nbsp;<strong>pode ser necess&aacute;ria uma verifica&ccedil;&atilde;o manual<\/strong>; tanto por uma quest&atilde;o de auditoria do estado do sistema como para procurar problemas espec&iacute;ficos.<\/p>\n<p>As revis&otilde;es manuais do sistema de ficheiros podem ser realizadas com &laquo;chkdsk&raquo; ou na consola gr&aacute;fica.<\/p>\n<p>Caso queira fazer as verifica&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da <strong>linha de comando com &laquo;chkdsk&raquo;<\/strong>, a sintaxe utilizada &eacute; a seguinte:<\/p>\n<p><em>chkdsk &lt;destino&gt; &lt;par&acirc;metros&gt;<\/em><\/p>\n<p>Donde:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>&lt;destino&gt;<\/strong>: &eacute; o disco que queremos analisar.<\/li>\n<li><strong>&lt;par&aacute;metros&gt;<\/strong>:&nbsp;refere-se aos par&acirc;metros e modificadores que podem ser aplicados, entre os quais podemos destacar:\n<ul>\n<li><strong>\/f <\/strong>Corrige erros no disco.<\/li>\n<li><strong>\/r&nbsp;<\/strong>Procura setores defeituosos e recupera informa&ccedil;&otilde;es leg&iacute;veis.<\/li>\n<li><strong>\/x<\/strong> For&ccedil;a o volume a desconectar-se.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Fica aqui o <a href=\"https:\/\/learn.microsoft.com\/pt-pt\/windows-server\/administration\/windows-commands\/chkdsk?tabs=event-viewer\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">link<\/a> com mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o chkdsk de Microsoft Learn, com todos os par&acirc;metros e diferentes exemplos de uso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><figure id=\"attachment_16380\" aria-describedby=\"caption-attachment-16380\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-16380 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jotelulu.com\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagen.-Ejemplo-de-uso-de-chdsk-sin-parametros-scaled.jpg?resize=800%2C427&amp;ssl=1\" alt=\"Imagem. Exemplo de uso do chdsk sem par&acirc;metros\" width=\"800\" height=\"427\"><figcaption id=\"caption-attachment-16380\" class=\"wp-caption-text\">Imagem. Exemplo de uso do chdsk sem par&acirc;metros<\/figcaption><\/figure>\n<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se quiser fazer a <strong>verifica&ccedil;&atilde;o na consola gr&aacute;fica<\/strong>, pode usar a <strong>ferramenta de verifica&ccedil;&atilde;o de disco<\/strong>.<\/p>\n<p>Se prefere verificar erros com a ferramenta gr&aacute;fica, basta <strong>aceder ao Windows Explorer<\/strong>, clicar com o bot&atilde;o direito no volume que deseja verificar e selecionar a op&ccedil;&atilde;o &laquo;<strong>Propriedades<\/strong>&laquo;.<\/p>\n<p>Uma vez nas propriedades do disco, devemos ir &agrave; guia &laquo;<strong>Ferramentas<\/strong>&laquo;, onde podemos clicar em &laquo;<strong>Verificar<\/strong>&laquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Gest&atilde;o de permiss&otilde;es NTFS:<\/strong><\/h3>\n<p>A <strong>gest&atilde;o de permiss&otilde;es e acessos<\/strong> no sistema de arquivos <strong>NTFS<\/strong> &eacute; possivelmente <strong>uma das tarefas mais complicadas<\/strong> nos sistemas Microsoft. <strong>N&atilde;o por ser dif&iacute;cil de entender ou de executar<\/strong>, mas porque exige <strong>cuidados especiais para evitar problemas<\/strong> de atribui&ccedil;&atilde;o e de gest&atilde;o da heran&ccedil;a.<\/p>\n<p>A <strong>gest&atilde;o inadequada de permiss&otilde;es<\/strong> pode fazer com que um&nbsp;<strong>acesso seja incorreto<\/strong> e os utilizadores possam aceder a locais que n&atilde;o deveriam.<\/p>\n<p>Por este motivo, acreditamos que tem import&acirc;ncia suficiente para merecer um artigo pr&oacute;prio. A&iacute;, todos os aspetos de concess&atilde;o de permiss&otilde;es, heran&ccedil;as, etc. ser&atilde;o tratados com bastante cuidado e dedica&ccedil;&atilde;o. Em breve ser&aacute; publicado neste mesmo blog.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Prote&ccedil;&atilde;o de dados com BitLocker:<\/strong><\/h3>\n<p>A prote&ccedil;&atilde;o de unidades com BitLocker &eacute; relativamente simples. Ao criptografar os volumes, <strong>ajudamos a proteger os dados<\/strong> naqueles dispositivos cujo acesso queremos limitar a utilizadores autorizados, quer seja atrav&eacute;s de palavra-passe, token de acesso, identificador biom&eacute;trico, etc.<\/p>\n<p>Esta funcionalidade <strong>n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel em todas as vers&otilde;es dos sistemas operativos<\/strong>, n&atilde;o sendo suportada, por exemplo, pelo Windows 10 Home Edition.<\/p>\n<p><strong>O processo de ativa&ccedil;&atilde;o &eacute; muito simples.<\/strong>&nbsp;Basta ir ao <strong>explorador de ficheiros,<\/strong>&nbsp;clicar com o <strong>bot&atilde;o direito do rato no disco<\/strong> onde deseja ativar o BitLocker e selecionar a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>Ativar BitLocker<\/strong>&rdquo;. A partir desse momento, o m&eacute;todo de acesso e a palavra-passe ser&atilde;o solicitados. Com este passos ser&aacute; realizada a altera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>NOTA:<\/strong>&nbsp;<em>Os volumes onde j&aacute; existem dados devem ser copiados de forma preventiva, caso haja problemas ao ativar o BitLocker.<\/em><\/p>\n<p><figure id=\"attachment_16378\" aria-describedby=\"caption-attachment-16378\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-16378 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jotelulu.com\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagen.-Ejemplo-de-activacion-de-Bitlocker-sobre-un-disco-externo-en-Windows-10-scaled.jpg?resize=800%2C427&amp;ssl=1\" alt=\"Imagem. Exemplo de ativa&ccedil;&atilde;o do Bitlocker num disco externo no Windows 10\" width=\"800\" height=\"427\"><figcaption id=\"caption-attachment-16378\" class=\"wp-caption-text\">Imagem. 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